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"Não resta dúvida sobre a eficácia da vacina da dengue", afirma ministro Alexandre Padilha
 

"Não resta dúvida sobre a eficácia da vacina da dengue", afirma ministro Alexandre Padilha

Em meio ao debate sobre a imunização nacional, o ministro das Relações Institucionais reforça a segurança do imunizante e convoca estados e municípios a acelerarem a vacinação contra a dengue.

Saúde

11/06/2026 - 11:06:00 | 2 minutos de leitura


O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, defendeu de forma enfática a segurança e a eficácia da vacina contra a dengue utilizada no Programa Nacional de Imunizações (PNI). A declaração surge em um momento crucial, onde o Ministério da Saúde busca conter o avanço dos casos da doença no país e combater a desinformação que circula nas redes sociais.


Respaldo Científico e Anvisa

Segundo o ministro, a vacina passou por rigorosos testes clínicos antes de receber o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Padilha destacou que o imunizante é uma das ferramentas mais potentes que o Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe atualmente para reduzir as internações e os casos graves da doença.


Apelo à População e Gestores Locais

Além de defender a vacina, o governo federal fez um apelo direto a governadores, prefeitos e secretários de saúde. O objetivo é criar uma força-tarefa para busca ativa de jovens e crianças — público-alvo inicial da campanha — que ainda não tomaram a primeira ou a segunda dose.

"A ciência já deu o seu veredito: a vacina protege e salva vidas. Agora, o desafio é fazer com que a dose chegue ao braço de cada cidadão elegível. Não podemos deixar o medo e as notícias falsas vencerem a saúde pública", pontuou Padilha.


O Cenário da Dengue no Brasil

O avanço do mosquito Aedes aegypti tem preocupado as autoridades sanitárias devido às mudanças climáticas e aos períodos de chuva intensa. Especialistas reforçam que, embora a vacina seja um pilar fundamental, as ações tradicionais de prevenção — como a eliminação de focos de água parada nas residências — continuam sendo indispensáveis para o controle da epidemia.


Foto: Reprodução/ Ministério da Saúde