Atiradora que realizou ataque no Canadá matou a própria mãe e irmão, diz polícia
Em Foco
12/02/2026 - 12:26:00 | 3 minutos de leitura
Atentado, um dos piores do país, ocorreu em colégio de cidade com 2 mil habitantes na Colúmbia Britânica. Polícia disse que ainda não sabe a motivação da autora, mas que ela sofria de distúrbios mentais. A polícia canadense disse na quarta (11) que a mãe e o irmão da atiradora que abriu fogo na cidade de Tumbler Ridge, no Canadá, estão entre as vítimas. As autoridades ainda não sabem a motivação do crime. Nove pessoas morreram no atentado, além da própria autora, que tinha 18 anos. "A vítima adulta é a mãe da suspeita, e o jovem do sexo masculino é irmão ou meio-irmão da suspeita", disse o vice-comissário da Polícia Montada Real Canadense da Colúmbia Britânica, Dwayne McDonald. "A polícia compareceu àquela residência em diversas ocasiões nos últimos anos, para lidar com preocupações relacionadas à saúde mental da suspeita", afirmou o policial. Ataques a tiros são eventos extremamente raros no país. O episódio da última terça-feira ocorreu em uma pequena cidade de pouco mais 2 mil habitantes na Colúmbia Britânica, região no oeste do Canadá. Por volta das 13h20 no horário local (19h20, pelo horário de Brasília), a atiradora abriu fogo na Tumbler Ridge Secondary School, escola de ensino médio da cidade que atende a cerca de 160 alunos, segundo a polícia. Seis pessoas morreram dentro da escola, e outras duas foram encontradas mortas dentro de uma casa perto do colégio, ainda de acordo com a polícia. A autora dos tiros, que não era mais aluna da instituição, pois havia abandonado os estudos havia 4 anos, foi encontrada morta dentro da escola, com indícios de que tirou a própria vida, disse a polícia. 'Pegamos mesas e bloqueamos as portas': estudante relata ataque em escola no Canadá. Em um alerta emitido a moradores durante o ataque, a polícia descrevia a suspeita como uma pessoa do sexo feminino de vestido e cabelos castanhos. Segundo o jornal canadense "Western Standard", a atiradora foi identificada Jesse Strang, uma mulher transgênero de 18 anos que estudava da escola. Sua identidade foi confirmada ao jornal por colegas dela, que a descreveram como uma pessoa "tranquila e gente boa", mas "quieta e meio deslocada". Moradores disseram à imprensa local que também era aluna do colégio. O caso chocou a cidade e todo o Canadá, onde ataques a tiros são muito incomuns, ao contrário do que ocorre no vizinho Estados Unidos. A Legislação canadense impõe leis bem mais rígidas que as dos EUA para a compra e porte de armas. Os cidadãos podem portar armas com licenças específicas e restrita. Além disso, é obrigatório que mantenham armamentos trancados e descarregados.
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