Biólogo elogia calma de pedestre que quase pisou em jararaca em Jaraguá do Sul: ‘Foi sorte’
Encontro perigoso: Mulher escapa de picada após "esbarrar" em cobra de um metro em calçada movimentada no Norte de SC; especialista alerta para comportamento do animal.
19/04/2026 - 11:37:00 | 1 minutos de leitura

Um encontro inesperado em uma das ruas mais movimentadas de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, chamou a atenção de especialistas e moradores nesta semana
Uma pedestre por pouco não foi picada por uma jararaca (Bothrops jararaca) de aproximadamente um metro de comprimento, que estava camuflada junto ao meio-fio.
O biólogo Christian Raboch, conhecido por atuar no resgate de fauna na região, elogiou a reação da mulher. Apesar do susto ao perceber que havia "esbarrado" no animal, ela manteve a calma e não tentou ferir ou afugentar a serpente de forma brusca, o que poderia ter desencadeado um bote defensivo.
"Foi muita sorte ela não ter pisado diretamente no animal. A jararaca tem uma camuflagem excelente e, em ambientes urbanos, acaba passando despercebida. A atitude de parar e se afastar foi o que evitou o acidente", destacou o biólogo.
A jararaca é responsável pela maioria dos acidentes ofídicos no Brasil. O veneno tem ação proteolítica, podendo causar necrose, além de complicações renais e hemorragias.
O animal foi resgatado com segurança e devolvido ao seu habitat natural, longe do centro urbano.
Um encontro inesperado em uma das ruas mais movimentadas de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, chamou a atenção de especialistas e moradores nesta semana
Uma pedestre por pouco não foi picada por uma jararaca (Bothrops jararaca) de aproximadamente um metro de comprimento, que estava camuflada junto ao meio-fio.
O biólogo Christian Raboch, conhecido por atuar no resgate de fauna na região, elogiou a reação da mulher. Apesar do susto ao perceber que havia "esbarrado" no animal, ela manteve a calma e não tentou ferir ou afugentar a serpente de forma brusca, o que poderia ter desencadeado um bote defensivo.
"Foi muita sorte ela não ter pisado diretamente no animal. A jararaca tem uma camuflagem excelente e, em ambientes urbanos, acaba passando despercebida. A atitude de parar e se afastar foi o que evitou o acidente", destacou o biólogo.
A jararaca é responsável pela maioria dos acidentes ofídicos no Brasil. O veneno tem ação proteolítica, podendo causar necrose, além de complicações renais e hemorragias.
O animal foi resgatado com segurança e devolvido ao seu habitat natural, longe do centro urbano.
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