BYD ultrapassa Ford em vendas globais e assume 6º lugar no ranking
Em Foco
17/02/2026 - 12:36:00 | 6 minutos de leitura
O partido Novo anunciou nas redes sociais que vai entrar com nova ação no TSE com o pedido de inelegibilidade de Lula devido ao desfile Após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na Sapucaí, o partido Novo afirmou que voltará a acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O perfil oficial da legenda publicou que “o desfile é uma peça de propaganda do regime Lula. Vamos à Justiça Eleitoral buscar a inelegibilidade”. O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, ainda frisou: “Assim que o Lula registrar sua candidatura, o partido Novo ajuizará uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), requerendo a cassação do registro e sua inelegibilidade. A lei deve ser igual para todos”, disse nas redes sociais. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também afirmou que vai à Justiça contra o desfile: O partido já tinha acionado o TSE com um pedido liminar questionando o desfile da escola de samba. Os ministros, na ocasião, negaram o pedido por considerar que não poderiam julgar um fato que ainda não tinha ocorrido. O argumento foi de que o samba-enredo que retrata a história do presidente Lula ultrapassava o caráter cultural e se transforma em peça de promoção política, equivalente a um pedido implícito de voto. Embora a decisão para negar a liminar tenha sido unânime, os ministros salientaram que a Justiça Eleitoral não estava dando salvo-conduto para quem quer que seja por conta do indeferimento da liminar, destacando que o processo continua. Nesse sentido, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, foi enfática em seu voto. “Não parece ser um cenário de areias claras de uma praia, parece mais areia movediça. Quem entra, entra sabendo que pode afundar “. O Novo também protocolou representação no Tribunal de Contas da União (TCU) com pedido de apuração por desvio de finalidade e uso indevido da estrutura da Presidência da República na organização do carro alegórico “Amigos do Lula”. Segundo relatam parlamentares no documento, servidores e o cerimonial da Presidência teriam atuado na organização de convites, coordenação de convidados e logística do desfile, que contará com a participação da primeira-dama. A escola, cujo enredo homenageia o presidente da República, teria recebido pelo menos R$ 1 milhão em recursos públicos da União.A gigante chinesa BYD atingiu um marco histórico ao superar a Ford em vendas globais de veículos, consolidando sua posição como um dos principais players do setor automotivo mundial. Este feito notável reflete uma mudança sísmica na paisagem da indústria, impulsionada pela crescente demanda por veículos elétricos (VEs) e pela ascensão de fabricantes asiáticos. A BYD, conhecida por sua profunda expertise em tecnologia de baterias e sua robusta estratégia de eletrificação, não apenas ultrapassou uma das mais tradicionais montadoras americanas, mas também garantiu a sexta posição no ranking geral de vendas globais, sinalizando o impacto de sua abordagem inovadora e sua rápida expansão internacional em um mercado em constante transformação. A ascensão da BYD, que significa “Build Your Dreams” (Construa Seus Sonhos), é um testemunho da rápida evolução e do poder disruptivo dos fabricantes de veículos elétricos no mercado global. De uma empresa inicialmente focada em baterias, a BYD transformou-se em uma potência automotiva que desafia as convenções estabelecidas e redesenha as hierarquias de vendas em todo o mundo. A superação da Ford não é apenas um feito simbólico, mas uma demonstração clara da eficácia de sua estratégia de longo prazo e sua capacidade de adaptação às novas demandas dos consumidores. A BYD tem se distinguido por uma estratégia de eletrificação abrangente e uma notável integração vertical. Diferente de muitas montadoras que dependem de terceiros para componentes-chave, a BYD fabrica grande parte de sua própria cadeia de suprimentos, incluindo baterias, semicondutores e motores elétricos. Essa abordagem permite à empresa controlar custos, garantir o fornecimento de componentes críticos e acelerar o ciclo de inovação. A “Blade Battery”, por exemplo, não só oferece maior segurança, mas também otimiza o espaço e a densidade energética, elementos cruciais para a competitividade dos veículos elétricos. Este modelo de negócio proporciona uma vantagem significativa em um mercado onde a otimização de custos e a resiliência da cadeia de suprimentos são fatores determinantes para o sucesso. Além de sua forte presença no mercado doméstico chinês, a BYD tem investido agressivamente na expansão global. A empresa tem introduzido uma gama crescente de modelos de veículos elétricos de passageiros em mercados como a Europa, América Latina, Sudeste Asiático e Austrália, adaptando-se às regulamentações e preferências locais. Essa expansão não se limita a carros de passeio; a BYD também é um dos maiores fabricantes de ônibus e caminhões elétricos do mundo, consolidando sua presença em diversos segmentos de transporte. Essa diversificação e o compromisso com a internacionalização têm sido pilares fundamentais para o crescimento exponencial de suas vendas e para a consolidação de sua marca em escala global, ganhando a confiança de consumidores em diferentes culturas. A ultrapassagem da Ford pela BYD em vendas globais é um evento com profundas implicações para toda a indústria automotiva. Ele sinaliza não apenas uma mudança na hierarquia de vendas, mas também uma aceleração das tendências que vêm moldando o setor nos últimos anos: a eletrificação massiva, a ascensão da Ásia como um centro de inovação automotiva e a crescente pressão sobre as montadoras tradicionais para se adaptarem ou ficarem para trás. Este marco representa a concretização de uma nova ordem no setor automotivo. A ascensão de uma fabricante chinesa de VEs ao topo das vendas globais, superando uma empresa centenária americana, simboliza a transferência de poder e influência da Europa e América do Norte para a Ásia. Isso intensifica a competição em todos os mercados, com marcas chinesas demonstrando capacidade de inovação, eficiência de produção e estratégias de marketing agressivas. A era em que as montadoras ocidentais ditavam as regras está se transformando, e os players globais agora devem enfrentar uma concorrência mais diversificada e tecnologicamente avançada, forçando-os a reavaliar suas próprias estratégias de produto, produção e mercado.
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