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Caminhoneiros confirmam greve nacional após aumento do diesel
 

Caminhoneiros confirmam greve nacional após aumento do diesel

Lideranças dos caminhoneiros confirmaram que a categoria está articulando uma paralisação nacional, motivada principalmente pelo recente aumento expressivo no preço do diesel.

Geral

18/03/2026 - 07:09:00 | 2 minutos de leitura

Caminhoneiros confirmam greve nacional após aumento do diesel

A situação das rodovias e do transporte de cargas no Brasil está em um momento de alta tensão. Lideranças dos caminhoneiros confirmaram que a categoria está articulando uma paralisação nacional, motivada principalmente pelo recente aumento expressivo no preço do diesel. 

Aqui estão os pontos principais sobre o que foi decidido até agora:


1. Motivação do Movimento


  • Alta do Diesel: O gatilho foi o reajuste de 11,6% nas refinarias pela Petrobras (cerca de R$ 0,38 por litro) anunciado em março. O acúmulo de altas nas últimas semanas chega a quase 20%.

  • Defasagem do Frete: Os motoristas alegam que o valor do frete não acompanhou o aumento dos custos operacionais, tornando as viagens economicamente inviáveis.

  • Incerteza Internacional: A instabilidade no mercado de petróleo, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio, pressiona ainda mais os preços domésticos.

2. Datas e Estratégia

  • Quando começa:  lideranças como Wallace Landim (o Chorão, da Abrava) indicam que a paralisação inicia amanhã, quinta-feira, 19 de março  e pode de ganhar força ainda nesta semana.

  • Forma de protesto: A orientação atual é para uma paralisação voluntária (deixar de aceitar cargas e ficar em casa ou em postos) em vez de bloqueios de rodovias, visando evitar multas pesadas.

  • Adesão: Entidades como a CNTTL e o Sindicam de Santos já deram aval para o movimento, que une autônomos e motoristas contratados.

3. Principais Reivindicações


Além da redução do diesel, a pauta inclui:

  • Fim da emissão de fretes abaixo do piso mínimo.

  • Retomada da aposentadoria especial de 25 anos.

  • Maior fiscalização sobre o pagamento do vale-pedágio.


O governo federal monitora a situação de perto, tentando negociar com a categoria para evitar o desabastecimento, mas as lideranças afirmam que as medidas de alívio anunciadas anteriormente foram anuladas pelo último reajuste da Petrobras.

Foto: Joedson Alves / EFE