Caso Henry Borel: padrasto e mãe vão a júri após cinco anos da morte do garoto

O julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior (Dr. Jairinho) e de Monique Medeiros, acusados pela morte do menino Henry Borel, está marcado para começar na próxima segunda-feira, dia 23 de março de 2026.

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20/03/2026 - 07:58:00 | 2 minutos de leitura

Caso Henry Borel: padrasto e mãe  vão a júri após cinco anos da morte do garoto

O julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior (Dr. Jairinho) e de Monique Medeiros, acusados pela morte do menino Henry Borel, está marcado para começar na próxima segunda-feira, dia 23 de março de 2026.


Após cinco anos do crime e diversas manobras jurídicas, o júri popular ocorrerá no II Tribunal do Júri da Capital, no Rio de Janeiro. Aqui estão os pontos principais sobre o início do julgamento:


Detalhes do Julgamento

  • Data e Hora: 23 de março de 2026, a partir das 9h.

  • Os Réus: * Dr. Jairinho: Responde por homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas. Ele permanece preso.

    • Monique Medeiros: A mãe de Henry responde por homicídio, tortura por omissão, falsidade ideológica e coação. Recentemente, a Justiça negou novos pedidos de prisão domiciliar, mantendo-a em regime fechado para o júri.

  • Primeira Testemunha: O pai de Henry, Leniel Borel, deve ser o primeiro a prestar depoimento perante o conselho de sentença.

Atualizações Recentes

  • Recurso Negado: No último dia 16 de março, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou um pedido de habeas corpus da defesa de Jairinho que tentava adiar o julgamento.

  • Desaparecimento de Testemunha: Surgiram notícias recentes sobre a dificuldade da Justiça em localizar Thayná Oliveira Ferreira, a babá que trabalhava para o casal na época e que é considerada uma testemunha fundamental devido às mensagens trocadas com Monique sobre as agressões.

O caso Henry Borel gerou mudanças significativas na legislação brasileira, como a criação da Lei Henry Borel, que tornou mais rigorosas as punições para crimes contra crianças e adolescentes em ambiente doméstico.

Foto: Foto: Reprodução