Com vetos, Lula sanciona lei contra facções criminosas
A nova legislação endurece o combate ao crime organizado no Brasil, mas o texto final chegou ao Diário Oficial com dois vetos estratégicos, fruto de intensas negociações e pressões políticas.
25/03/2026 - 08:53:00 | 2 minutos de leitura
O Gemini disse
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem, 24 de março de 2026, a chamada Lei Antifacção (Lei 15.358/2026). A nova legislação endurece o combate ao crime organizado no Brasil, mas o texto final chegou ao Diário Oficial com dois vetos estratégicos, fruto de intensas negociações e pressões políticas.
A lei é vista como um novo marco legal para asfixiar financeiramente as facções e focar nos "magnatas do crime" — as lideranças que operam a partir de estruturas de luxo.
O que mudou com a nova lei
Penas mais duras: Lideranças de facções agora podem pegar de 20 a 40 anos de reclusão.
Progressão restrita: Em casos específicos, o condenado precisa cumprir até 85% da pena em regime fechado para progredir.
Banco Nacional de Dados: Criação de um cadastro unificado para identificar integrantes, financiadores e a estrutura logística das organizações.
Asfixia Financeira: Facilitação do bloqueio de bens e uso de ferramentas tecnológicas como infiltração virtual e escutas ambientais.
Restrições: Fim do auxílio-reclusão para familiares de líderes de facções e suspensão do título de eleitor para presos provisórios vinculados a esses grupos.
Os Vetos Presidenciais
Apesar da pressão do Congresso por um texto ainda mais rígido, Lula barrou dois pontos principais:
Equiparação de penas: O governo vetou o trecho que permitia punir pessoas sem vínculo comprovado com facções como se fossem integrantes. O argumento é que o dispositivo era inconstitucional e poderia ser usado para criminalizar movimentos sociais ou pessoas periféricas sem ligação real com o crime organizado.
Destinação de bens apreendidos: Foi vetada a cláusula que repassava valores e produtos apreendidos diretamente para fundos estaduais e do Distrito Federal. O governo alegou que isso causaria perda de receita para a União e comprometeria o orçamento do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Próximos Passos no Congresso
Os vetos agora retornam ao Poder Legislativo. Deputados e senadores podem decidir pela manutenção ou pela derrubada desses vetos em sessão conjunta. A oposição já sinaliza que deve trabalhar para derrubar o veto sobre a destinação dos recursos aos estados, alegando que as polícias locais precisam desse fomento direto para operar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem, 24 de março de 2026, a chamada Lei Antifacção (Lei 15.358/2026). A nova legislação endurece o combate ao crime organizado no Brasil, mas o texto final chegou ao Diário Oficial com dois vetos estratégicos, fruto de intensas negociações e pressões políticas.
A lei é vista como um novo marco legal para asfixiar financeiramente as facções e focar nos "magnatas do crime" — as lideranças que operam a partir de estruturas de luxo.
O que mudou com a nova lei
Penas mais duras: Lideranças de facções agora podem pegar de 20 a 40 anos de reclusão.
Progressão restrita: Em casos específicos, o condenado precisa cumprir até 85% da pena em regime fechado para progredir.
Banco Nacional de Dados: Criação de um cadastro unificado para identificar integrantes, financiadores e a estrutura logística das organizações.
Asfixia Financeira: Facilitação do bloqueio de bens e uso de ferramentas tecnológicas como infiltração virtual e escutas ambientais.
Restrições: Fim do auxílio-reclusão para familiares de líderes de facções e suspensão do título de eleitor para presos provisórios vinculados a esses grupos.
Os Vetos Presidenciais
Apesar da pressão do Congresso por um texto ainda mais rígido, Lula barrou dois pontos principais:
Equiparação de penas: O governo vetou o trecho que permitia punir pessoas sem vínculo comprovado com facções como se fossem integrantes. O argumento é que o dispositivo era inconstitucional e poderia ser usado para criminalizar movimentos sociais ou pessoas periféricas sem ligação real com o crime organizado.
Destinação de bens apreendidos: Foi vetada a cláusula que repassava valores e produtos apreendidos diretamente para fundos estaduais e do Distrito Federal. O governo alegou que isso causaria perda de receita para a União e comprometeria o orçamento do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Próximos Passos no Congresso
Os vetos agora retornam ao Poder Legislativo. Deputados e senadores podem decidir pela manutenção ou pela derrubada desses vetos em sessão conjunta. A oposição já sinaliza que deve trabalhar para derrubar o veto sobre a destinação dos recursos aos estados, alegando que as polícias locais precisam desse fomento direto para operar.
01 OutTSE mantém maioria contra posts sobre Flávio Bolsonaro, mas publicação de Antonio Tabet fica no arLEIA MAIS
30 SetJanja chama Nikolas Ferreira de “piá de b....” ao defender fala de Lula sobre exame de toqueLEIA MAIS- 29 SetFlávio Bolsonaro compara fake news sobre Nossa Senhora Aparecida à facada sofrida por seu pai em 2018LEIA MAIS
21 SetMoraes vira relator de pedido no STF que envolve registros de sua esposa e de Daniel Vorcaro no SenadoLEIA MAIS- 19 SetDaniel Vorcaro se descontrola na prisão e ameaça expor ministros do STF e cúpula de BrasíliaLEIA MAIS
- 17 SetLula Associa Cor do PT e Barba a Símbolos Cristãos em Encontro com PastoresLEIA MAIS
- 16 SetLula defende Alexandre de Moraes e rebate críticas de Flávio Bolsonaro sobre indicação ao STFLEIA MAIS
- 15 SetSTF Interrompe Julgamento sobre Moraes após Pedido de Vista de Flávio DinoLEIA MAIS
- 15 SetOposição ameaça obstrução no Senado e pressiona Alcolumbre por impeachment de MoraesLEIA MAIS




