Conselho Federal de Medicina proíbe uso de PMMA para fins estéticos após tragédia em SP
Conselho Federal proíbe em definitivo a aplicação de PMMA para procedimentos estéticos no país.
30/05/2026 - 16:00:00 | 1 minutos de leitura

O Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou uma decisão drástica e imediata: a proibição do uso de Polimetilmetacrilato (PMMA) para finalidades exclusivamente estéticas em todo o território nacional. A medida foi motivada pela repercussão e gravidade do caso de uma mulher que faleceu em São Paulo após se submeter a um procedimento de bioplastia utilizando a substância.
O PMMA é um componente plástico inabsorvível que, ao longo dos anos, coleciona um histórico de complicações graves quando injetado em grandes volumes, como necroses, infecções crônicas, deformidades e rejeições sistêmicas. Embora o produto ainda tivesse liberação da Anvisa para cenários específicos e reparadores — como a correção de lipodistrofia em pacientes com HIV —, o uso indiscriminado para aumento de glúteos e preenchimentos faciais vinha sendo duramente criticado pela comunidade médica.
Com a nova determinação, os profissionais que realizarem a aplicação do gel com fins estéticos estarão sujeitos a severas sanções administrativas e éticas, que podem culminar na cassação do registro profissional. O órgão máximo da medicina reforça que a segurança do paciente deve se sobrepor à busca por padrões estéticos imediatos e perigosos.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou uma decisão drástica e imediata: a proibição do uso de Polimetilmetacrilato (PMMA) para finalidades exclusivamente estéticas em todo o território nacional. A medida foi motivada pela repercussão e gravidade do caso de uma mulher que faleceu em São Paulo após se submeter a um procedimento de bioplastia utilizando a substância.
O PMMA é um componente plástico inabsorvível que, ao longo dos anos, coleciona um histórico de complicações graves quando injetado em grandes volumes, como necroses, infecções crônicas, deformidades e rejeições sistêmicas. Embora o produto ainda tivesse liberação da Anvisa para cenários específicos e reparadores — como a correção de lipodistrofia em pacientes com HIV —, o uso indiscriminado para aumento de glúteos e preenchimentos faciais vinha sendo duramente criticado pela comunidade médica.
Com a nova determinação, os profissionais que realizarem a aplicação do gel com fins estéticos estarão sujeitos a severas sanções administrativas e éticas, que podem culminar na cassação do registro profissional. O órgão máximo da medicina reforça que a segurança do paciente deve se sobrepor à busca por padrões estéticos imediatos e perigosos.
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