Da teoria à prática: traficantes penduram R$ 400 mil em varal para “lavar” dinheiro
Em Foco
13/11/2025 - 12:20:00 | 2 minutos de leitura

Grupo movimentou mais de R$ 10 milhões em bens A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou na terça-feira, 11, a Operação Rescaldo para combater a lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. A ação foi coordenada pela Delegacia de Investigações Criminais de São Lourenço do Oeste e resultou em uma cena inusitada: criminosos literalmente lavando dinheiro em um varal. Durante a ação, equipes policiais cumpriram 20 ordens judiciais expedidas pelo Juízo da Vara Regional de Garantias de Concórdia. Entre elas, 14 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de São Lourenço do Oeste, Romelândia, Joinville e São Francisco do Sul. Uma das imagens que mais chamou a atenção mostra um varal de chão repleto de cédulas de R$ 10 penduradas, como se fossem roupas. O flagrante foi registrado em Joinville, Norte de Santa Catarina. Segundo a polícia, os criminosos literalmente “lavavam” o dinheiro porque as notas ficavam mofadas por permanecerem guardadas por longos períodos. Por isso, precisavam secar as cédulas ao ar livre. Durante a operação, os agentes apreenderam cerca de R$ 400 mil em espécie. Também diversos veículos provenientes do crime e duas armas de fogo ilegais (uma pistola e um revólver). Além disso, um homem de 22 anos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições. Por fim, a Justiça também determinou medidas cautelares e bloqueou as contas bancárias de oito investigados. De acordo com a Polícia Civil, as compras realizadas pela organização criminosa ultrapassam R$ 10 milhões em bens móveis e imóveis. Desse modo o grupo vinha adquirindo propriedades em cidades do oeste catarinense e sudoeste do Paraná. Participaram da operação policiais da 28ª Delegacia Regional de Polícia e da Polícia Militar de São Lourenço do Oeste, além de Núcleos de Operações com Cães, Delegacias de Investigação Criminal de Joinville e São Miguel do Oeste e Delegacia de Comarca de São Francisco do Sul. A investigação segue em sigilo até a conclusão do inquérito policial, que tramita na Delegacia de Investigações Criminais de São Lourenço do Oeste.
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