El Niño pode se intensificar e durar até 2027, alerta OMM
ONU alerta que El Niño deve atingir pico de intensidade até o fim do ano e estender impactos climáticos extremos ao longo de 2027.
04/09/2026 - 01:05:00 | 2 minutos de leitura
A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à ONU, emitiu um alerta confirmando que o fenômeno El Niño está "firmemente estabelecido" e pode atingir uma intensidade de nível "muito forte".
As projeções indicam que o ápice ocorra entre outubro e dezembro, com quase 100% de probabilidade de se manter ativo até fevereiro de 2027. A chance de neutralidade no curto prazo é nula, descartando qualquer possibilidade de retorno do fenômeno La Niña nos próximos meses.
A principal força por trás dessa intensidade é o aquecimento atípico das águas do Oceano Pacífico. Em agosto, as temperaturas da superfície oceânica ficaram entre 2,2 °C e 2,6 °C acima da média histórica. Subsuperficialmente, a retenção de calor é ainda mais drástica, registrando picos de mais de 8 °C acima da média em determinadas áreas do oceano.
Esse acúmulo de energia térmica altera drasticamente os padrões globais de circulação atmosférica, aumentando a frequência e severidade de eventos climáticos como secas severas, tempestades, inundações e ondas de calor. Diante do cenário, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reforçou o apelo por ações imediatas de adaptação, alertando que o planeta enfrenta "águas desconhecidas" e que a resposta global aos riscos climáticos precisa ser acelerada.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à ONU, emitiu um alerta confirmando que o fenômeno El Niño está "firmemente estabelecido" e pode atingir uma intensidade de nível "muito forte".
As projeções indicam que o ápice ocorra entre outubro e dezembro, com quase 100% de probabilidade de se manter ativo até fevereiro de 2027. A chance de neutralidade no curto prazo é nula, descartando qualquer possibilidade de retorno do fenômeno La Niña nos próximos meses.
A principal força por trás dessa intensidade é o aquecimento atípico das águas do Oceano Pacífico. Em agosto, as temperaturas da superfície oceânica ficaram entre 2,2 °C e 2,6 °C acima da média histórica. Subsuperficialmente, a retenção de calor é ainda mais drástica, registrando picos de mais de 8 °C acima da média em determinadas áreas do oceano.
Esse acúmulo de energia térmica altera drasticamente os padrões globais de circulação atmosférica, aumentando a frequência e severidade de eventos climáticos como secas severas, tempestades, inundações e ondas de calor. Diante do cenário, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reforçou o apelo por ações imediatas de adaptação, alertando que o planeta enfrenta "águas desconhecidas" e que a resposta global aos riscos climáticos precisa ser acelerada.
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