Era do oceanógrafo americano desaparecido o corpo encontrado em costão no Sul da Ilha, em Florianópolis

Restos mortais de Charles Gorri, de 57 anos, foram localizados em área de difícil acesso entre a Lagoinha do Leste e o Pântano do Sul; identificação foi feita por impressões

Em Foco

06/06/2026 - 09:44:00 | 2 minutos de leitura

Era do  oceanógrafo americano desaparecido o corpo  encontrado  em costão no Sul da Ilha, em Florianópolis

O corpo do oceanógrafo e educador ambiental americano Charles Gorri, de 57 anos, foi localizado em uma área de costão na região Sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. O ambientalista estava desaparecido, mobilizando grupos de apoio e coletivos locais que acompanhavam as buscas na região.

A informação da localização foi inicialmente divulgada pelo deputado estadual e ambientalista Marquito (PSOL) e, Twin-seguidamente, confirmada pelas equipes de busca.


O Resgate e a Localização De acordo com os relatos, os restos mortais foram encontrados em um trecho de extrema dificuldade de acesso, prensado entre as pedras do costão e o mar, em uma área situada entre as famosas praias da Lagoinha do Leste e do Pântano do Sul. O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina foi acionado e realizou uma operação complexa para resgatar o corpo do local.

"O corpo estava em um trecho de difícil acesso, situado entre as pedras e o mar", destacou o deputado Marquito em publicação oficial.


Identificação Técnica Devido ao tempo do desaparecimento, os restos mortais já se encontravam em avançado estado de decomposição. A confirmação da identidade da vítima só foi possível graças ao trabalho minucioso dos papiloscopistas do Instituto Médico Legal (IML). Segundo informações obtidas junto a fontes ligadas ao caso, os profissionais conseguiram recuperar as impressões digitais de Charles, garantindo a identificação oficial.


Quem era Charles Gorri Nascido em Detroit, nos Estados Unidos, Charles Gorri adotou o Brasil como lar e morava há vários anos em Florianópolis, onde residia na Praia do Matadeiro. Muito querido pela comunidade local, ele atuava ativamente como oceanógrafo e educador ambiental, dedicando sua trajetória à preservação das praias e ecossistemas da capital catarinense.


Foto: Reprodução/Rede Social