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Ex-ministra britânica Ann Widdecombe foi atingida 21 vezes com martelo, revela promotoria
 

Ex-ministra britânica Ann Widdecombe foi atingida 21 vezes com martelo, revela promotoria


Acusado de 28 anos compareceu ao Tribunal de Westminster; investigação inicial descarta motivação política no assassinato da ex-parlamentar.

Mundo

21/07/2026 - 16:54:00 | 2 minutos de leitura

Ex-ministra britânica Ann Widdecombe foi atingida 21 vezes com martelo, revela promotoria


 Detalhes impressionantes sobre as circunstâncias da morte da ex-ministra britânica Ann Widdecombe foram apresentados nesta terça-feira durante uma audiência no Tribunal de Magistrados de Westminster. Segundo os promotores responsáveis pela acusação, a política de 78 anos foi atingida 21 vezes no topo da cabeça com um martelo.

O acusado pelo crime, Joshua Kerry, de 28 anos, compareceu presencialmente ao tribunal. As autoridades confirmaram que o réu é cidadão britânico e natural do norte da Inglaterra. Ele havia sido localizado e preso pela polícia britânica no dia 11 de julho, dois dias após o achado do cadáver.


O Crime e a Vítima

O corpo de Ann Widdecombe foi encontrado em sua residência na pacata região de Haytor, no sudoeste da Inglaterra, no dia 9 de julho. Widdecombe foi uma figura proeminente e por vezes polêmica da política britânica. Teve uma longa trajetória no Partido Conservador — onde serviu como ministra em governos anteriores — e, mais recentemente, tornou-se um dos rostos de maior visibilidade do partido Reform UK, liderado por Nigel Farage. Apesar de sua projeção midiática, ela não exercia mandato parlamentar no momento do crime.


Linha de Investigação

Apesar do perfil público da vítima e da repercussão do caso no Reino Unido, os investigadores enfatizaram que, até o presente momento, não há qualquer indício ou evidência de que o assassinato tenha sido motivado por razões políticas ou ideológicas. As autoridades seguem apurando o histórico entre o acusado e a vítima para determinar a motivação exata do ataque.

 

Foto: Vickie Flores/EFE/EPA