Gleisi Hoffmann é derrotada em processo contra Flávio Bolsonaro
Deputada federal afirmou que vai recorrer da decisão da Justiça do Rio de Janeiro após ter pedido de indenização negado.
03/06/2026 - 12:38:00 | 2 minutos de leitura
A deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, sofreu uma derrota na Justiça em uma ação de indenização por danos morais que movia contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O processo, que tramitava no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), questionava publicações feitas pelo parlamentar nas redes sociais, as quais a deputada considerou ofensivas e caluniosas à sua honra.
A magistrada responsável pelo caso, no entanto, julgou o pedido improcedente. Na decisão, foi destacado que as manifestações de Flávio Bolsonaro, embora ácidas e de forte teor político, estão inseridas no contexto do debate público e da liberdade de expressão, além de serem resguardadas pela imunidade parlamentar material — prerrogativa que protege opiniões, palavras e votos de deputados e senadores.
Logo após a divulgação do veredito, a defesa de Gleisi Hoffmann se pronunciou oficialmente. A deputada reafirmou que as declarações do senador extrapolaram os limites do debate político e configuraram ataques de cunho pessoal destinados a degradar sua imagem pública. Hoffmann confirmou que sua equipe jurídica já está preparando o recurso para tentar reverter a decisão nas instâncias superiores.
Nota : A imunidade parlamentar (prevista no artigo 53 da Constituição Federal) tem sido um dos temas mais debatidos no Judiciário brasileiro, especialmente no que tange ao limite entre a liberdade de expressão política e a responsabilidade civil por ofensas nas redes sociais.
A deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, sofreu uma derrota na Justiça em uma ação de indenização por danos morais que movia contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O processo, que tramitava no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), questionava publicações feitas pelo parlamentar nas redes sociais, as quais a deputada considerou ofensivas e caluniosas à sua honra.
A magistrada responsável pelo caso, no entanto, julgou o pedido improcedente. Na decisão, foi destacado que as manifestações de Flávio Bolsonaro, embora ácidas e de forte teor político, estão inseridas no contexto do debate público e da liberdade de expressão, além de serem resguardadas pela imunidade parlamentar material — prerrogativa que protege opiniões, palavras e votos de deputados e senadores.
Logo após a divulgação do veredito, a defesa de Gleisi Hoffmann se pronunciou oficialmente. A deputada reafirmou que as declarações do senador extrapolaram os limites do debate político e configuraram ataques de cunho pessoal destinados a degradar sua imagem pública. Hoffmann confirmou que sua equipe jurídica já está preparando o recurso para tentar reverter a decisão nas instâncias superiores.
Nota : A imunidade parlamentar (prevista no artigo 53 da Constituição Federal) tem sido um dos temas mais debatidos no Judiciário brasileiro, especialmente no que tange ao limite entre a liberdade de expressão política e a responsabilidade civil por ofensas nas redes sociais.
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