Governo Lula bloqueia R$ 24 bilhões do Orçamento e congela verbas de programas sociais e Defesa
ara cumprir regras fiscais diante da explosão de despesas obrigatórias, governo federal congela recursos de marcas registradas da gestão, como o Minha Casa Minha Vida e o Pé-de-Meia, além de atingir a Saúde, Educação e Receita Federal.
12/06/2026 - 05:39:00 | 2 minutos de leitura
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou um bloqueio adicional no Orçamento federal que eleva o total de contingenciamentos para a casa dos R$ 24 bilhões. A medida drástica foi necessária para cumprir os limites de gastos estabelecidos pelas regras fiscais do país, após uma forte explosão nas despesas obrigatórias do Estado — impulsionada, principalmente, pelo aumento nos gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e benefícios previdenciários.
Para acomodar essa alta e evitar o descumprimento das metas, o Executivo precisou passar a tesoura em despesas discricionárias (gastos não obrigatórios de custeio e investimento), atingindo diretamente vitrines sociais da gestão e serviços essenciais.
Entre os principais alvos do congelamento estão:
Minha Casa, Minha Vida: O programa habitacional, sob o Ministério das Cidades, sofreu fortes restrições orçamentárias, embora a pasta afirme buscar alternativas para não paralisar as obras essenciais.
Pé-de-Meia: A poupança voltada para estudantes do ensino médio sofre com os impactos do ajuste fiscal e de impasses institucionais sobre os fundos que custeiam o programa.
Saúde (SUS) e Educação: Duas das áreas mais sensíveis do funcionalismo público tiveram mais de R$ 2,5 bilhões congelados em conjunto, o que limita o repasse para novas ações, infraestrutura e contratos em andamento.
Ministério da Defesa: A pasta lidera o ranking de cortes, afetando diretamente projetos estratégicos das Forças Armadas, como o desenvolvimento e a aquisição de caças para a Aeronáutica.
Receita Federal: O órgão de fiscalização e arrecadação também teve recursos congelados sob o guarda-chuva do Ministério da Fazenda, reduzindo a margem de manobra para investimentos internos da máquina pública.
O Ministério do Planejamento e Orçamento reforçou que o bloqueio é uma medida temporária de ajuste de fluxo de caixa e que os recursos podem ser liberados caso as projeções de receitas melhorem ou as despesas obrigatórias desacelerem nos próximos bimestres.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou um bloqueio adicional no Orçamento federal que eleva o total de contingenciamentos para a casa dos R$ 24 bilhões. A medida drástica foi necessária para cumprir os limites de gastos estabelecidos pelas regras fiscais do país, após uma forte explosão nas despesas obrigatórias do Estado — impulsionada, principalmente, pelo aumento nos gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e benefícios previdenciários.
Para acomodar essa alta e evitar o descumprimento das metas, o Executivo precisou passar a tesoura em despesas discricionárias (gastos não obrigatórios de custeio e investimento), atingindo diretamente vitrines sociais da gestão e serviços essenciais.
Entre os principais alvos do congelamento estão:
Minha Casa, Minha Vida: O programa habitacional, sob o Ministério das Cidades, sofreu fortes restrições orçamentárias, embora a pasta afirme buscar alternativas para não paralisar as obras essenciais.
Pé-de-Meia: A poupança voltada para estudantes do ensino médio sofre com os impactos do ajuste fiscal e de impasses institucionais sobre os fundos que custeiam o programa.
Saúde (SUS) e Educação: Duas das áreas mais sensíveis do funcionalismo público tiveram mais de R$ 2,5 bilhões congelados em conjunto, o que limita o repasse para novas ações, infraestrutura e contratos em andamento.
Ministério da Defesa: A pasta lidera o ranking de cortes, afetando diretamente projetos estratégicos das Forças Armadas, como o desenvolvimento e a aquisição de caças para a Aeronáutica.
Receita Federal: O órgão de fiscalização e arrecadação também teve recursos congelados sob o guarda-chuva do Ministério da Fazenda, reduzindo a margem de manobra para investimentos internos da máquina pública.
O Ministério do Planejamento e Orçamento reforçou que o bloqueio é uma medida temporária de ajuste de fluxo de caixa e que os recursos podem ser liberados caso as projeções de receitas melhorem ou as despesas obrigatórias desacelerem nos próximos bimestres.
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