Homem morre e cinco mulheres ficam feridas após colisão frontal em SC

Em Foco

16/02/2026 - 12:23:00 | 4 minutos de leitura

Homem morre e cinco mulheres ficam feridas após colisão frontal em SC

Com previsão de inauguração para 2029, hospital inteligente terá 800 leitos com foco em emergência Em um mundo tomado pela conectividade, avanços na robótica e inteligência artificial, era apenas uma questão de tempo até que saltos tecnológicos ganhassem terreno na medicina. Se já contribuem muito em pesquisas, entra na lista a gestão operacional. Neste início de ano saiu do papel o contrato de financiamento para o primeiro ‘hospital inteligente’ brasileiro, com o início das obras previsto para novembro de 2026. Mais que um prédio moderno, trata-se de um conceito muito mais amplo de integração tecnológica: inteligência artificial, telessaúde, automação hospitalar e ambulâncias conectadas por 5G permitem viabilizar comunicação em tempo real melhorando a eficiência no atendimento ao paciente. Em alguns anos será possível, por exemplo, integrar as ambulâncias que estejam a caminho do hospital à estrutura de modo que a equipe médica receba um relatório completo do paciente que está a caminho, em tempo real, antes mesmo de o veículo sequer estacionar na porta de emergência. É apenas um exemplo pontual do que está por vir com a estrutura do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), o primeiro em novos moldes. Tamanha a inovação, o hospital inteligente envolve diferentes esferas governamentais. O contrato que viabiliza financiamento de R$ 1,7 bilhão com apoio do Novo Banco de Desenvolvimento, ligado aos Brics (grupo de cooperação econômica entre países em desenvolvimento formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) foi assinado neste início de janeiro entre o órgão e o governo federal. O ITMI será construído no complexo do Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ludhmila Hajjar, coordenadora do hospital inteligente e professora titular de emergências do HC da faculdade da USP, diz que o modelo tradicional hospitalar já não responde com a velocidade e a complexidade exigidas por emergências clínicas e epidemiológicas dos tempos atuais. “Os primeiros passos foram estratégicos. Antes de qualquer desenho arquitetônico, houve um esforço para pensar um modelo assistencial, de governança, com integração em rede e uso inteligente de dados. Não é apenas um prédio, é um projeto de sistema”, aponta Hajjar. Isso quer dizer que a estrutura será construída de modo a resolver muito mais do que o tempo em filas por meio de aplicação de triagem inteligente com o auxílio de inteligência artificial (IA). O plano é que a nova estrutura forme uma rede nacional de serviços inteligentes ao estar conectada a hospitais universitários da UnB, UFRJ, UFMG e Unifesp. Desse modo terá maior capacidade de antecipação de crise, graças a sistemas modernos de monitoramento de surto e picos de demanda – além da agilidade para a troca de informações relacionadas aos pacientes. Por meio da cooperação com o banco dos Brics, que facilitou a troca de informações, o complexo buscou inspiração em estruturas existentes em Índia, Europa e China, que conta com ao menos cinco hospitais que são referências mundiais.Ao chegar no local do ocorrido, em Cunha Porã, os socorristas se depararam com seis vítimas, cinco mulheres e Luiz, que já foi encontrado morto Foto: Divulgação/Redes Sociais/ND Mais Uma colisão frontal em Cunha Porã, no Oeste de Santa Catarina, resultou na morte de Luiz Fernando Zimmermann, de 28 anos. O ocorrido foi nesse sábado (14), por volta das 23h, na BR-158. O CBMSC (Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina) foi acionado para atender a ocorrência, que envolveu dois carros. Ao chegar no local os socorristas se depararam com seis vítimas, cinco mulheres e Luiz, que já foi encontrado morto. O corpo de Luiz estava encarcerado no veículo que conduzia, apresentando politraumatismo em decorrência da violência do impacto. Com a colisão, o carro saiu da pista. As cinco mulheres que estavam no outro automóvel já se encontravam fora do veículo quando as equipes chegaram. Elas receberam atendimento no local e, em seguida, foram encaminhadas ao Hospital de Cunha Porã. Quatro delas apresentavam ferimentos leves. Guarnições da PRF, da Polícia Civil e da Polícia Científica também prestaram apoio na ocorrência. Após a realização dos procedimentos necessários, a equipe do CBMSC fez a limpeza da pista, deixando o local sob responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal. Amigos e familiares lamentaram a morte de Luiz nas redes sociais. Sua mãe chegou a compartilhar uma mensagem. “Não foi você que partiu, meu filho. Fui eu, ainda em vida”, escrevi. A irmã de Luiz também lamentou a morte. “Descanse em paz, meu amado irmão. Guardarei você em meu coração. Te amarei para sempre!”, escreveu.