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Investigado no caso Banco Master jogou R$ 429 mil por janela de apartamento em Balneário Camboriú
 

Investigado no caso Banco Master jogou R$ 429 mil por janela de apartamento em Balneário Camboriú

Em Foco

12/02/2026 - 12:33:00 | 2 minutos de leitura

Investigado no caso Banco Master jogou R$ 429 mil por janela de apartamento em Balneário Camboriú

PF confirma apreensão de dinheiro em espécie e bens de luxo em SC na 3ª fase da operação. A Polícia Federal divulgou o balanço oficial da terceira fase da Operação Barco de Papel, deflagrada na quarta-feira (11), que teve como destaque o momento em que um dos investigados tentou se livrar de R$ 429 mil em espécie, arremessando uma mala pela janela de um apartamento em Balneário Camboriú (SC). A operação investiga um esquema de crimes financeiros envolvendo a gestão da RioPrevidência e o Banco Master, com suspeitas de aplicações irregulares de cerca de R$ 1 bilhão. Durante o cumprimento de mandado de busca em um imóvel ligado ao investigado ex-presidente da RioPrevidência, um dos ocupantes do apartamento tentou impedir a apreensão do dinheiro lançando uma mala recheada de notas pela janela. A quantia foi imediatamente recuperada pelos agentes. A ação foi autorizada pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de ocultação de provas e interferência nas investigações. Além do dinheiro, a PF apreendeu na busca e apreensão ao investigado dois veículos de luxo, dois aparelhos celulares e diversos documentos. Todo o material será periciado e poderá contribuir para identificar outros envolvidos ou ramificações do esquema. As buscas foram realizadas em endereços nos municípios de Balneário Camboriú e Itapema, ambos em Santa Catarina, ligados a investigados que teriam participado do esquema financeiro fraudulento. Deivis Marcon Antunes é o principal alvo da investigação e já está preso desde a semana passada. Ele é suspeito de direcionar investimentos públicos de forma fraudulenta e de tentar obstruir a coleta de provas desde o início das apurações, em janeiro. A PF reforçou que as investigações continuam e que o material apreendido poderá gerar novas etapas da operação.