Lobista Roberta Luchsinger fica possessa ao ser chamada de "pilantra" por Lula

Reação de Roberta Luchsinger a fala de Lula acende alerta no governo sobre possíveis revelações envolvendo Lulinha

Política

30/08/2026 - 02:18:00 | 2 minutos de leitura

Lobista Roberta Luchsinger fica possessa ao ser chamada de

 A relação entre o Palácio do Planalto e os desdobramentos de investigações sobre desvios no INSS e suposto tráfico de influência ganhou contornos de alta tensão política. Durante entrevista concedida à TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a lobista Roberta Luchsinger como "pilantra", desencadeando uma reação de forte indignação por parte dela, segundo relatos de aliados próximos feitos à imprensa.


O estopim para a irritação de Roberta foi o contraste de tratamento dispensado pelo presidente durante a transmissão ao vivo. Enquanto Lula saiu em defesa de seu filho, Fábio Luís (o Lulinha), do ex-líder do governo Jaques Wagner e do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola), a lobista sentiu-se isolada e publicamente exposta como o único alvo das críticas presidenciais.


Em conversas reservadas, Roberta admitiu que jamais teve contato direto com o presidente, mas rebateu energicamente a acusação de que estaria "vendendo" o nome de Lulinha sem autorização. Segundo interlocutores, a lobista sustenta que todas as suas articulações e ações ocorreram com o total consentimento e participação do filho do mandatário.


Diante do cenário, a reação no entorno do governo foi de preocupação imediata:

  • Mapeamento de Riscos: Aliados do presidente passaram a atuar para evitar que a lobista conceda entrevistas detalhando as acusações ou a natureza de suas relações com o governo federal e com Fábio Luís.

  • Avaliação de Danos: Interlocutores de Roberta avaliam que Lula agiu sem o devido conhecimento da profundidade dos negócios e da proximidade entre ela e seu filho, alertando que uma postura de confronto direto pode trazer desdobramentos imprevisíveis para o cenário político e eleitoral do governo.


Foto: Reproduçao/ Rede social