Lula sanciona lei que pode reduzir até R$ 16 bilhões das áreas de saúde e educação
Sancionada sem vetos, Lei Complementar nº 235/2026 altera regras de cálculo e permite remanejamento de receitas constitucionais para cumprir metas fiscais.
03/09/2026 - 14:17:00 | 2 minutos de leitura
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, a Lei Complementar nº 235/2026, com publicação no Diário Oficial da União em 28 de agosto de 2026.
A medida altera o cálculo de vinculação de receitas para saúde e educação, visando dar margem ao governo para cumprir as metas fiscais e organizar o Orçamento de 2027.
Segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) e estimativas do setor, o impacto acumulado pode resultar em uma redução entre R$ 8,6 bilhões e R$ 16,6 bilhões já em 2027, podendo alcançar até R$ 56 bilhões até 2030.
As duas principais mudanças incluem:
Base de Cálculo do Petróleo: Exclusão das receitas da venda de petróleo da base de cálculo do piso da saúde em períodos de déficit. Isso deve gerar uma redução aproximada de R$ 4,7 bilhões no setor em 2027. O Ministério da Fazenda justificou a alteração como um ajuste técnico para evitar o financiamento de despesas permanentes com receitas voláteis.
Antecipação de Recursos: O artigo 13 autoriza a antecipação de até R$ 3 bilhões (previstos originalmente como adicionais para 2027) para o exercício de 2026, permitindo que sejam usados para cumprir as obrigações do próprio ano de 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, a Lei Complementar nº 235/2026, com publicação no Diário Oficial da União em 28 de agosto de 2026.
A medida altera o cálculo de vinculação de receitas para saúde e educação, visando dar margem ao governo para cumprir as metas fiscais e organizar o Orçamento de 2027.
Segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) e estimativas do setor, o impacto acumulado pode resultar em uma redução entre R$ 8,6 bilhões e R$ 16,6 bilhões já em 2027, podendo alcançar até R$ 56 bilhões até 2030.
As duas principais mudanças incluem:
Base de Cálculo do Petróleo: Exclusão das receitas da venda de petróleo da base de cálculo do piso da saúde em períodos de déficit. Isso deve gerar uma redução aproximada de R$ 4,7 bilhões no setor em 2027. O Ministério da Fazenda justificou a alteração como um ajuste técnico para evitar o financiamento de despesas permanentes com receitas voláteis.
Antecipação de Recursos: O artigo 13 autoriza a antecipação de até R$ 3 bilhões (previstos originalmente como adicionais para 2027) para o exercício de 2026, permitindo que sejam usados para cumprir as obrigações do próprio ano de 2026.
03 SetCNH para Idosos: Prazos de Validade e Como RenovarLEIA MAIS
28 AgoTransmissão ao vivo do lançamento do telescópio Nancy Grace Roman em Balneário CamboriúLEIA MAIS
28 AgoDona da Betnacional é alvo da Operação Jogo de Sombras por suspeita de sonegação e lavagem de dinheiroLEIA MAIS
26 AgoCongresso analisa expansão do porte de arma para mais de 10 categorias profissionais no BrasilLEIA MAIS- 25 AgoCrise Estrutural na Ponte Anita Garibaldi: MPF Investiga Falhas e Tráfego Segue Restrito na BR-101LEIA MAIS
- 25 AgoEclipse Lunar Parcial de Agosto: Como Assistir Ao Vivo ao Fenômeno Visível no BrasilLEIA MAIS
21 AgoDisputa Judicial: TRF1 Suspende Resolução sobre Harmonização Facial por DentistasLEIA MAIS
20 AgoLista completa das 23 vítimas fatais do acidente entre micro-ônibus e carreta na BR-373LEIA MAIS
15 AgoONG brasileira denuncia Telegram à ANPD por falha no combate ao abuso sexual infantilLEIA MAIS




