Mais de 60 porcento dos municípios de SC estão infestados pelo mosquito Aedes aegypti SES faz alerta
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14/02/2025 - 12:33:00 | 2 minutos de leitura

Santa Catarina registrou um aumento de 68,8% nos casos prováveis de chikungunya, além de cinco mortes suspeitas por dengue em investigação e três casos prováveis de zika. Os dados são do Informe Epidemiológico e abrangem o período de 29 de dezembro de 2024 a 10 de fevereiro de 2025. A SES (Secretaria de Estado da Saúde), responsável pelo levantamento quinzenal, alerta para o cenário climático atual. As altas temperaturas, somadas às fortes chuvas, favorecem a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya O relatório identificou 11.347 focos do Aedes aegypti em 219 municípios de Santa Catarina. Com base nos critérios de disseminação e manutenção dos focos, 178 cidades estão infestadas, o que representa 60,3% do estado. A SES aponta que, no período analisado, foram registrados 4.495 casos prováveis de dengue. O termo “casos prováveis” passou a ser adotado em 2024 e inclui casos notificados, confirmados, suspeitos e inconclusivos, exceto os descartados. Já os casos prováveis de chikungunya chegaram a 27, um aumento de 68,8% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 16 casos. Além das ações do poder público para eliminar os criadouros do Aedes aegypti, a população também pode adotar medidas preventivas no dia a dia. O Ministério da Saúde recomenda evitar qualquer ambiente propício à proliferação do mosquito. Confira os principais cuidados: Tampe caixas d’água, ralos e pias para impedir o acúmulo de água parada; Higienize regularmente os bebedouros dos animais de estimação; Descarte pneus velhos corretamente ou mantenha-os cobertos e protegidos da água; Esvazie e limpe bandejas externas de geladeiras e bebedouros com água e sabão; Mantenha calhas e lajes limpas e coloque areia nos cacos de vidro de muros para evitar acúmulo de água; Substitua a água dos vasos de plantas por areia para evitar criadouros do mosquito; Feche bem os sacos de lixo e evite o descarte de resíduos em terrenos baldios ou vias públicas; Faça inspeções semanais em casa para identificar possíveis focos de larvas; Use repelentes e instale telas de proteção para reduzir o risco de picadas, principalmente em regiões com alta incidência de casos.
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