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Mísseis do Irã atingem cidades próximas a complexo atômico de Israel e deixam 180 feridos
 

Mísseis do Irã atingem cidades próximas a complexo atômico de Israel e deixam 180 feridos

Na noite deste sábado (21) e madrugada de domingo (22), o conflito no Oriente Médio tomou um rumo sem precedentes.

Mundo

22/03/2026 - 10:28:00 | 2 minutos de leitura

Mísseis do Irã atingem cidades próximas a complexo atômico de Israel e deixam 180 feridos



Na noite deste sábado (21) e madrugada de domingo (22), o conflito no Oriente Médio tomou um rumo sem precedentes. O Irã lançou uma série de mísseis balísticos que atingiram as cidades de Dimona e Arad, no sul de Israel. As localidades são vizinhas ao Centro de Pesquisa Nuclear de Negev, o complexo mais estratégico e vigiado do país.


Detalhes do Ataque:

  • Vítimas: O Ministério da Saúde de Israel confirmou que ao menos 180 pessoas ficaram feridas. Em Arad, prédios residenciais foram destruídos, e os serviços de emergência (Magen David Adom) relataram o resgate de crianças entre os escombros.

  • Falha na Defesa: Pela primeira vez nesta guerra, que entra em sua quarta semana, o sistema de defesa aérea de Israel não conseguiu interceptar todos os projéteis na região do Negev, resultando em impactos diretos em zonas urbanas.

  • Situação Nuclear: A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que, apesar da proximidade, não houve danos à estrutura do reator de Dimona nem detecção de vazamento radioativo.

O Contexto da Retaliação: Teerã afirmou que a ofensiva foi uma "resposta direta" ao bombardeio sofrido pelo complexo nuclear iraniano de Natanz horas antes. O governo de Israel, embora não tenha assumido oficialmente o ataque a Natanz, viu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarar que esta é uma "noite muito difícil na batalha pelo nosso futuro", prometendo represálias severas.


A tensão é agravada pelo ultimato do presidente dos EUA, Donald Trump, que ameaçou "obliterar" a infraestrutura energética do Irã caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto imediatamente para o fluxo global de petróleo.





Foto: Noway / Pixabay