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O valor astronômico (e especulativo) dos ingressos para a final da Copa
 

O valor astronômico (e especulativo) dos ingressos para a final da Copa

Final da Copa 2026: Ingressos de revenda batem recorde e ultrapassam R$ 11 milhões

Esportes

24/04/2026 - 15:22:00 | 2 minutos de leitura

O valor astronômico (e especulativo) dos ingressos para a final da Copa


A final da Copa do Mundo de 2026, que será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, promete ser o evento esportivo mais caro da história. O que antes era uma preocupação com os preços oficiais da FIFA, agora se tornou um cenário de especulação sem precedentes no mercado de revenda.


Valores Milionários Recentemente, quatro assentos em setores nobres (anel inferior, atrás do gol) foram listados na plataforma oficial de revenda da FIFA por impressionantes US$ 2,3 milhões cada — o equivalente a cerca de R$ 11,5 milhões na cotação atual. Embora a FIFA não controle os preços definidos pelos vendedores no mercado secundário, a entidade arrecada uma taxa de 15% tanto de quem compra quanto de quem vende, o que poderia gerar um lucro de quase R$ 3,5 milhões para a federação em uma única transação desse porte.


A Realidade do Torcedor Comum Para aqueles que buscam as opções "mais acessíveis", a situação não é muito melhor. Os bilhetes mais baratos disponíveis atualmente giram em torno de US$ 10,9 mil (aproximadamente R$ 54,5 mil), localizados nas últimas fileiras do estádio.


Críticas e Preço Dinâmico O salto nos valores é histórico. Em comparação com a final de 2022 no Catar, o preço máximo oficial subiu de US$ 1.600 para quase US$ 11.000 nesta edição. A adoção do "preço dinâmico" e a falta de um teto para a revenda nos Estados Unidos e Canadá têm alimentado críticas globais, com torcedores e até congressistas americanos questionando a acessibilidade e a inclusão no esporte.


Com a final marcada para o dia 19 de julho de 2026, a expectativa é que a "bolha" dos preços continue a crescer à medida que as seleções avançam no torneio, tornando o sonho de ver a final ao vivo um privilégio para pouquíssimos.



Foto: Divulgação/ Getty Imagens