O xadrez político dos Bolsonaro: Michelle na disputa pelo Senado no DF
Bolsonaro incentiva candidatura de Michelle ao Senado no DF em meio a racha familiar com Flávio
11/07/2026 - 05:58:00 | 2 minutos de leitura
O cenário político na direita brasileira ganha novos contornos com a movimentação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para consolidar seus aliados mais próximos em postos estratégicos do Legislativo. O foco principal está na escolha dos nomes que disputarão as vagas ao Senado Federal — a Casa responsável por julgar processos de impeachment e sabatinar ministros indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O Fator Michelle e a Crise Familiar
Apesar de a candidatura de Michelle Bolsonaro ser vista anteriormente como uma certeza, o cenário mudou após sua saída tumultuada da presidência do PL Mulher no dia 30 de junho. A decisão ocorreu na esteira de um desentendimento público com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que se posiciona como pré-candidato à Presidência da República.
Mesmo com o recuo estratégico de Michelle, que agora coloca o projeto em segundo plano, Jair Bolsonaro tem sido o principal entusiasta de sua candidatura. Publicamente, a ex-primeira-dama adota uma postura cautelosa, condicionando a decisão a um "chamado de Deus" e estipulando que o veredito final só sairá no período das convenções partidárias (entre 20 de julho e 5 de agosto).
Estratégia Familiar e Cenário no DF
A articulação de Bolsonaro não se limita ao Distrito Federal. O ex-presidente tenta pulverizar a influência da família pelo país:
Carlos Bolsonaro (PL): Cotado para disputar o Senado por Santa Catarina.
Eduardo Bolsonaro (PL): Sendo desenhado como suplente ao Senado por São Paulo.
No Distrito Federal, uma eventual confirmação de Michelle abre caminho para uma chapa puramente do Partido Liberal, dividindo o palanque da direita com a deputada federal Bia Kicis (PL).
A Corrida pelas Duas Vagas no DF
Como o eleitorado escolherá dois representantes para o Senado, a disputa promete ser acirrada e ideologicamente polarizada. Além das duas representantes do PL, o tabuleiro do DF conta com:
Erika Kokay (PT): Deputada federal, representando o principal campo de oposição (esquerda).
Leila Barros (PDT): Senadora que tenta a reeleição.
Sebastião Coelho (Novo): Ex-desembargador que corre pela ala da direita conservadora fora do PL.
O cenário político na direita brasileira ganha novos contornos com a movimentação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para consolidar seus aliados mais próximos em postos estratégicos do Legislativo. O foco principal está na escolha dos nomes que disputarão as vagas ao Senado Federal — a Casa responsável por julgar processos de impeachment e sabatinar ministros indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O Fator Michelle e a Crise Familiar
Apesar de a candidatura de Michelle Bolsonaro ser vista anteriormente como uma certeza, o cenário mudou após sua saída tumultuada da presidência do PL Mulher no dia 30 de junho. A decisão ocorreu na esteira de um desentendimento público com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que se posiciona como pré-candidato à Presidência da República.
Mesmo com o recuo estratégico de Michelle, que agora coloca o projeto em segundo plano, Jair Bolsonaro tem sido o principal entusiasta de sua candidatura. Publicamente, a ex-primeira-dama adota uma postura cautelosa, condicionando a decisão a um "chamado de Deus" e estipulando que o veredito final só sairá no período das convenções partidárias (entre 20 de julho e 5 de agosto).
Estratégia Familiar e Cenário no DF
A articulação de Bolsonaro não se limita ao Distrito Federal. O ex-presidente tenta pulverizar a influência da família pelo país:
Carlos Bolsonaro (PL): Cotado para disputar o Senado por Santa Catarina.
Eduardo Bolsonaro (PL): Sendo desenhado como suplente ao Senado por São Paulo.
No Distrito Federal, uma eventual confirmação de Michelle abre caminho para uma chapa puramente do Partido Liberal, dividindo o palanque da direita com a deputada federal Bia Kicis (PL).
A Corrida pelas Duas Vagas no DF
Como o eleitorado escolherá dois representantes para o Senado, a disputa promete ser acirrada e ideologicamente polarizada. Além das duas representantes do PL, o tabuleiro do DF conta com:
Erika Kokay (PT): Deputada federal, representando o principal campo de oposição (esquerda).
Leila Barros (PDT): Senadora que tenta a reeleição.
Sebastião Coelho (Novo): Ex-desembargador que corre pela ala da direita conservadora fora do PL.
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