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Operação do GAECO mira suspeito de incentivar violência extrema pela internet no Norte de Santa Catarina
 

Operação do GAECO mira suspeito de incentivar violência extrema pela internet no Norte de Santa Catarina

Operação Éris: GAECO cumpre mandado em Rio Negrinho contra suspeito de instigar atos violentos e aliciar adolescente em redes sociais.

Segurança

31/07/2026 - 10:43:00 | 2 minutos de leitura

Operação do GAECO mira suspeito de incentivar violência extrema pela internet no Norte de Santa Catarina


Na manhã desta sexta-feira (31), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio de sua divisão especializada em crimes cibernéticos (CyberGAECO), deflagrou a Operação Éris no município de Rio Negrinho, no Norte de Santa Catarina.


A Origem das Investigações

A ação teve início a partir de denúncias recebidas pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Os relatos indicavam que o suspeito utilizava redes sociais para coagir e incentivar uma adolescente a cometer atos violentos, além de atuar ativamente na difusão e promoção de conteúdos ligados à violência extrema na web.


Atuação Técnica e Mandados

Através do emprego de técnicas avançadas de inteligência e cibermetria criminal, a equipe do CyberGAECO rastreou o rastro digital do indivíduo, resultando na localização exata de sua residência.

  • Medidas cumpridas: Foi executado um mandado de busca e apreensão no endereço do investigado.

  • Material recolhido: Dispositivos eletrônicos e eventuais mídias foram apreendidos e encaminhados para perícia técnica na Polícia Científica.

Objetivos Futuros e Prisão

O material recolhido passará por análise minuciosa para:

  1. Mapear o modus operandi e a extensão das ações do suspeito na rede.

  2. Mapear a rede de contatos para verificar se há outros envolvidos ou vítimas adicionais.

  3. Quantificar o alcance total dos conteúdos propagados.

Até o momento, o Ministério Público de Santa Catarina não confirmou a efetivação de prisões em flagrante ou temporárias, mantendo o caso sob sigilo investigativo para o aprofundamento das diligências.


Foto: Divulgação/MPSC