Paquistão entrega plano de paz de 15 pontos dos EUA ao Irã para encerrar a guerra
A proposta, entregue por mediadores paquistaneses, busca um "caminho de saída" para o conflito que já dura quase um mês (desde o início da Operação Epic Fury em 28 de fevereiro)
25/03/2026 - 10:59:00 | 2 minutos de leitura
As informações recentes confirmam que o Paquistão está desempenhando um papel central como intermediário entre Washington e Teerã. De acordo com reportagens do
The New York Times e de agências internacionais publicadas hoje, 25 de março de 2026, o governo dos EUA enviou ao Irã uma proposta de paz estruturada em 15 pontos.
Aqui estão os detalhes principais do plano e o contexto atual:
O Plano de 15 Pontos
A proposta, entregue por mediadores paquistaneses, busca um "caminho de saída" para o conflito que já dura quase um mês (desde o início da Operação Epic Fury em 28 de
fevereiro). Os pontos principais incluem:
Desarmamento Nuclear: Exigência de desmonte das capacidades nucleares e interrupção total do enriquecimento de urânio.
Segurança Marítima: Garantias para a reabertura e livre circulação no Estreito de Ormuz, que o Irã bloqueou parcialmente, impactando o preço global do petróleo.
Limitação de Mísseis: Restrições ao programa de mísseis balísticos e ao financiamento de grupos aliados na região.
- Contrapartida: Em troca, os EUA oferecem o levantamento total das sanções econômicas e assistência para o desenvolvimento de um programa nuclear estritamente civil.
A Reação do Irã
Embora o presidente Donald Trump tenha demonstrado otimismo, afirmando que "conversas fortes" estão ocorrendo, a resposta oficial de Teerã tem sido de resistência:
Negativa de Diálogo: O embaixador do Irã no Paquistão, Reza Amiri Moghadam, e meios de comunicação estatais negaram qualquer negociação direta ou indireta, classificando os relatos como "ondas midiáticas".
- Postura de Confronto: Porta-vozes militares iranianos ironizaram a proposta, sugerindo que os EUA "estão negociando consigo mesmos" e alertando para que não chamem "derrota de acordo".
O Papel do Paquistão
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, ofereceu oficialmente Islamabad como sede para conversas formais. O país tem pressa diplomática devido ao impacto
econômico da guerra em suas fronteiras e à crise de combustíveis resultante do fechamento das rotas marítimas.
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