Polícia Civil desarticula grupo de pastores suspeitos de aplicar golpes milionários no Mercado Livre
Operação mira pastores suspeitos de dar golpe no Mercado Livre; Justiça autoriza 8 prisões
09/06/2026 - 07:36:00 | 2 minutos de leitura
Uma grande operação policial foi deflagrada com o objetivo de desarticular uma associação criminosa integrada por pastores religiosos suspeitos de aplicar golpes milionários na plataforma de e-commerce Mercado Livre.
Ao todo, o Poder Judiciário autorizou o cumprimento de oito mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão. As ações estão sendo realizadas em diferentes endereços ligados aos investigados, incluindo residências e templos religiosos.
Como funcionava o esquema: Segundo as investigações preliminares, os suspeitos se aproveitavam da suposta credibilidade e da confiança de suas posições de liderança religiosa para atrair vítimas e mascarar transações fraudulentas. O grupo utilizava contas falsas, anúncios clonados e burlava o sistema de pagamentos da plataforma para desviar valores de vendas e produtos de alto valor.
O material apreendido nas buscas — que inclui computadores, celulares, documentos e veículos de luxo — passará por perícia técnica. Os suspeitos devem responder pelos crimes de:
Estelionato qualificado (fraude eletrônica)
Associação criminosa
Lavagem de dinheiro
A defesa dos investigados ainda não foi localizada para se pronunciar sobre o caso. O Mercado Livre informou, em nota, que está colaborando ativamente com as autoridades policiais para o esclarecimento dos fatos e preza pela segurança de seu ecossistema digital.
Uma grande operação policial foi deflagrada com o objetivo de desarticular uma associação criminosa integrada por pastores religiosos suspeitos de aplicar golpes milionários na plataforma de e-commerce Mercado Livre.
Ao todo, o Poder Judiciário autorizou o cumprimento de oito mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão. As ações estão sendo realizadas em diferentes endereços ligados aos investigados, incluindo residências e templos religiosos.
Como funcionava o esquema: Segundo as investigações preliminares, os suspeitos se aproveitavam da suposta credibilidade e da confiança de suas posições de liderança religiosa para atrair vítimas e mascarar transações fraudulentas. O grupo utilizava contas falsas, anúncios clonados e burlava o sistema de pagamentos da plataforma para desviar valores de vendas e produtos de alto valor.
O material apreendido nas buscas — que inclui computadores, celulares, documentos e veículos de luxo — passará por perícia técnica. Os suspeitos devem responder pelos crimes de:
Estelionato qualificado (fraude eletrônica)
Associação criminosa
Lavagem de dinheiro
A defesa dos investigados ainda não foi localizada para se pronunciar sobre o caso. O Mercado Livre informou, em nota, que está colaborando ativamente com as autoridades policiais para o esclarecimento dos fatos e preza pela segurança de seu ecossistema digital.
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