Quem era Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem que morreu em salto de rope jump
Jovem de 21 anos morre após ser lançada sem corda de segurança em plataforma de rope jump no interior de SP; instrutores foram presos
14/06/2026 - 10:17:00 | 3 minutos de leitura
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos, era natural de Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo, e atuava profissionalmente na área de Educação Física, trabalhando em uma academia de sua cidade natal. Torcedora apaixonada pelo Santos Futebol Clube, ela demonstrava em suas redes sociais um grande apreço pela natureza, por viagens e pela prática de esportes ao ar livre.
A jovem perdeu a vida na manhã do dia 13 de junho de 2026, durante uma atividade de rope jump (salto de corda em queda livre) na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no interior paulista. Horas antes do acidente, demonstrando animação e um tom bem-humorado, Maria Eduarda compartilhou fotos das pulseiras do evento e da preparação em suas redes sociais, chegando a escrever: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?".
O salto, operado por empresas de esportes de aventura, terminou em tragédia devido a uma falha gravíssima nos procedimentos de segurança. Vídeos gravados no local mostram o momento em que três instrutores erguem a jovem e a arremessam da plataforma de uma altura de aproximadamente 40 metros. No entanto, os responsáveis esqueceram de conectar a corda guia ao equipamento de segurança que ela vestia. Logo após o lançamento, testemunhas entraram em desespero ao perceberem que o cabo principal havia ficado no chão.
Maria Eduarda sofreu politraumatismo e o óbito foi constatado ainda no local. Após o acidente, houve tentativa de fuga de funcionários para uma área de mata, mas a Polícia Militar agiu rapidamente e deteve os envolvidos. O caso foi registrado como homicídio com dolo eventual — quando se assume o risco de produzir o resultado morte —, devido à completa ausência de checagem dos equipamentos vitais antes do arremesso
A morte da jovem Maria Eduarda trouxe à tona novos detalhes sobre a organização do evento e levantou questionamentos sobre a regularidade da operação responsável pelos saltos. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o salto realizado na trilha da Ponte do Esqueleto custava R$ 180 por participante. Para o evento realizado no sábado (13), cerca de 100 pessoas estavam inscritas para participar da atividade de aventura. As investigações apontam que o grupo responsável pelos saltos não possuía uma empresa formalizada. Mesmo sem registro empresarial, a organização mantinha uma agenda ativa de eventos, com atividades programadas em diferentes cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos, era natural de Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo, e atuava profissionalmente na área de Educação Física, trabalhando em uma academia de sua cidade natal. Torcedora apaixonada pelo Santos Futebol Clube, ela demonstrava em suas redes sociais um grande apreço pela natureza, por viagens e pela prática de esportes ao ar livre.
A jovem perdeu a vida na manhã do dia 13 de junho de 2026, durante uma atividade de rope jump (salto de corda em queda livre) na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no interior paulista. Horas antes do acidente, demonstrando animação e um tom bem-humorado, Maria Eduarda compartilhou fotos das pulseiras do evento e da preparação em suas redes sociais, chegando a escrever: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?".
O salto, operado por empresas de esportes de aventura, terminou em tragédia devido a uma falha gravíssima nos procedimentos de segurança. Vídeos gravados no local mostram o momento em que três instrutores erguem a jovem e a arremessam da plataforma de uma altura de aproximadamente 40 metros. No entanto, os responsáveis esqueceram de conectar a corda guia ao equipamento de segurança que ela vestia. Logo após o lançamento, testemunhas entraram em desespero ao perceberem que o cabo principal havia ficado no chão.
Maria Eduarda sofreu politraumatismo e o óbito foi constatado ainda no local. Após o acidente, houve tentativa de fuga de funcionários para uma área de mata, mas a Polícia Militar agiu rapidamente e deteve os envolvidos. O caso foi registrado como homicídio com dolo eventual — quando se assume o risco de produzir o resultado morte —, devido à completa ausência de checagem dos equipamentos vitais antes do arremesso
A morte da jovem Maria Eduarda trouxe à tona novos detalhes sobre a organização do evento e levantou questionamentos sobre a regularidade da operação responsável pelos saltos. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o salto realizado na trilha da Ponte do Esqueleto custava R$ 180 por participante. Para o evento realizado no sábado (13), cerca de 100 pessoas estavam inscritas para participar da atividade de aventura. As investigações apontam que o grupo responsável pelos saltos não possuía uma empresa formalizada. Mesmo sem registro empresarial, a organização mantinha uma agenda ativa de eventos, com atividades programadas em diferentes cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais.
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