Santa Catarina apresenta a maior atividade econômica do país com aumento de 7,1 porcento

Em Foco

15/04/2025 - 17:31:00 | 2 minutos de leitura

Santa Catarina apresenta a maior atividade econômica do país com aumento de 7,1 porcento

A atividade econômica de Santa Catarina registrou um crescimento de 7,1% no primeiro mês de 2025 em comparação com o mesmo período do ano passado. A elevação no índice foi divulgada no fim de março e é calculada pelo Banco Central, sendo considerada uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). A média catarinense é superior à apresentada pelo país, que cresceu 3,6%. O bom desempenho da economia do estado é resultado, sobretudo, da alta em indicadores de indústria, comércio e serviços. Os três setores cresceram acima da média nacional no período. A indústria catarinense tem ganhado incentivos relevantes do Governo de Santa Catarina. Um deles é o Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec). A ação é voltada à expansão e instalação de indústrias e financia capital de giro a juros baixos por meio de postergação de impostos. Com a postergação, a empresa se beneficia, por exemplo, no seu fluxo de caixa e na competitividade. Como contrapartida, Santa Catarina ganha em desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda, bem como atração de investimentos. Outra medida do Estado é o Pró-Emprego, que tem como objetivo a geração de vagas e renda por meio de tratamento tributário diferenciado do ICMS, destinando-se a incentivar empreendimentos de relevante interesse socioeconômico situados em SC ou que venham a se instalar em Santa Catarina.  Já o Tratamento Tributário Diferenciado 489 (TTD 489), também do governo estadual, tem como objetivo autorizar limites adicionais para a transferência de créditos acumulados de ICMS decorrentes de operações ou prestações destinadas ao exterior, isentas ou diferidas. O levantamento do Banco Central avalia a atividade econômica de 13 das 27 unidades da federação. Nesta lista, Santa Catarina (7,1%) ocupa a liderança, com o maior crescimento do país. Em segundo lugar está o Rio Grande do Sul, com alta de 5,3%. Na sequência aparecem Pará (4%), Bahia (3,6%), Goiás (3,4%) e São Paulo (3,4%).