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Sergio Moro sai em defesa de Flávio Bolsonaro e acusa PT de obstruir investigações sobre o 8 de janeiro
 

Sergio Moro sai em defesa de Flávio Bolsonaro e acusa PT de obstruir investigações sobre o 8 de janeiro

"Eles não querem a verdade": Moro critica postura do Governo na CPMI e reforça aliança pontual com clã Bolsonaro.

Eleições

15/05/2026 - 01:29:00 | 2 minutos de leitura

Sergio Moro sai em defesa de Flávio Bolsonaro e acusa PT de obstruir investigações sobre o 8 de janeiro



O cenário político em Brasília ganhou novos contornos com as recentes declarações do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Em uma movimentação que sinaliza uma trégua estratégica com a ala bolsonarista, o ex-juiz da Lava Jato utilizou suas redes sociais para tecer duras críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT), focando na condução da CPMI dos Atos de 8 de Janeiro.


A Defesa de Flávio Bolsonaro

Moro saiu em defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após embates acalorados nas comissões do Senado. O ponto central da argumentação de Moro reside na tese de que o governo federal estaria tentando "blindar" certas narrativas enquanto persegue opositores. Segundo o senador paranaense, há um esforço coordenado para desviar o foco de possíveis omissões do atual Executivo durante as invasões às sedes dos Três Poderes.


O Ataque ao PT e a "Verdade Seletiva"

Para Moro, o PT demonstra falta de interesse real em esclarecer todos os fatos da CPMI. Suas principais críticas incluem:

  • Obstrução de Requerimentos: A acusação de que a base governista estaria travando a convocação de figuras-chave.

  • Narrativa Política: Moro afirma que o partido busca apenas o "desgaste da imagem da oposição", ignorando falhas de inteligência que ocorreram no início do ano.

  • Falta de Transparência: O senador disparou que "quem não deve, não teme", sugerindo que o receio do PT com certas frentes de investigação indica uma vulnerabilidade do governo.

Análise do Cenário

Essa aproximação entre Moro e Flávio Bolsonaro reflete a necessidade de unificação da direita no Congresso para fazer frente à agenda econômica e social de Lula. Embora tenham tido rompimentos históricos drásticos, o pragmatismo político atual parece falar mais alto, unindo antigos desafetos contra um "inimigo comum": o Palácio do Planalto.



Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado