STF abre licitação de R$ 249 mil para monitorar redes sociais

Empresa contratada fará o monitoramento em tempo real.

Política

25/04/2026 - 07:02:00 | 2 minutos de leitura

STF abre licitação de R$ 249 mil para monitorar redes sociais

O Supremo Tribunal Federal abriu um processo licitatório (Pregão Eletrônico) com o objetivo de contratar uma empresa especializada para realizar o monitoramento contínuo e em tempo real das redes sociais. O foco principal é acompanhar a percepção pública sobre a Corte e seus ministros.


Detalhes do Contrato

  • Valor Estimado: Até R$ 249.900,00.

  • Duração: 12 meses (com possibilidade de prorrogação).

  • Data do Pregão: Marcado para o dia 11 de maio de 2026.

  • Critério de Seleção: Menor preço.


Escopo do Serviço (O que será monitorado)


A empresa vencedora deverá entregar uma estrutura completa de análise de dados, incluindo:


  1. Monitoramento 24/7: Acompanhamento ininterrupto de menções ao STF e seus 11 ministros.


  2. Plataformas Abrangidas: X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, YouTube, TikTok e LinkedIn.


  3. Análise de Sentimento: Classificação automática e manual de postagens como positivas, negativas ou neutras.


  4. Identificação de Atores: Mapeamento de formadores de opinião, influenciadores e grupos que pautam debates sobre o Judiciário.


  5. Alertas em Tempo Real: Envio de notificações imediatas via aplicativos de mensagem (como WhatsApp ou Telegram) sobre conteúdos com potencial de crise ou grande repercussão.


  6. Relatórios Periódicos: Entrega de boletins diários e relatórios mensais quantitativos e qualitativos.



Justificativa Institucional


Segundo o edital, a medida visa auxiliar a comunicação institucional a compreender melhor o debate público, identificar a propagação de informações falsas (fake News) e orientar estratégias de transparência. O tribunal argumenta que o volume de interações digitais hoje exige ferramentas profissionais para que a Corte possa responder a demandas da sociedade de forma mais ágil.


Foto: Fábio Rodrigues pozzebom / Agência Brasil