TRE-SP determina remoção de 21 publicações de petistas com críticas a Tarcísio de Freitas
Justiça Eleitoral atende pedido do Republicanos e manda deputados do PT apagarem posts contra o governador de SP; decisão cita uso de IA e propaganda antecipada
17/07/2026 - 00:40:00 | 2 minutos de leitura
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) concedeu decisões liminares determinando a remoção imediata de 21 publicações em redes sociais que continham ataques e críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). As ações judiciais foram movidas pelo diretório estadual do Republicanos, partido do governador, sob a alegação de que as postagens faziam parte de uma ação coordenada envolvendo perfis anônimos, impulsionamento pago e desinformação.
Os Alvos e as Penalidades
Entre os parlamentares atingidos pelas medidas estão os deputados estaduais do Partido dos Trabalhadores (PT-SP):
Emídio de Souza: Coordenador do programa de governo da pré-campanha de Fernando Haddad. Foi condenado ao pagamento de uma multa de R$ 10 mil. A decisão apontou que o deputado utilizou ferramentas de inteligência artificial para modificar a imagem de uma pessoa viva.
Antonio Donato
Jilmar Tatto
Além dos perfis oficiais dos deputados, as sanções também alcançaram anúncios patrocinados por páginas que se autodenominam independentes nas redes sociais.
Os Argumentos Jurídicos
Os magistrados do TRE-SP identificaram três principais irregularidades que justificaram a remoção do conteúdo:
Propaganda eleitoral antecipada: Configuração de campanha antes do período legal permitido.
Impulsionamento de conteúdo negativo: Uso de ferramentas pagas das plataformas para espalhar críticas e ataques, o que é vedado pela legislação eleitoral.
Divulgação de informações falsas: Presença de elementos considerados mentirosos ou manipulados (incluindo o uso de IA).
O Outro Lado
Em resposta, os parlamentares afetados criticaram a judicialização do debate. Defensores dos deputados alegam que as ações do Republicanos refletem "desespero" e uma tentativa de barrar a crítica política e a fiscalização do Executivo — uma das funções primordiais da atividade parlamentar. Por se tratar de decisões liminares, ainda cabem recursos, e a oposição manifestou confiança de que a Justiça reverterá as penalidades no julgamento do mérito.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) concedeu decisões liminares determinando a remoção imediata de 21 publicações em redes sociais que continham ataques e críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). As ações judiciais foram movidas pelo diretório estadual do Republicanos, partido do governador, sob a alegação de que as postagens faziam parte de uma ação coordenada envolvendo perfis anônimos, impulsionamento pago e desinformação.
Os Alvos e as Penalidades
Entre os parlamentares atingidos pelas medidas estão os deputados estaduais do Partido dos Trabalhadores (PT-SP):
Emídio de Souza: Coordenador do programa de governo da pré-campanha de Fernando Haddad. Foi condenado ao pagamento de uma multa de R$ 10 mil. A decisão apontou que o deputado utilizou ferramentas de inteligência artificial para modificar a imagem de uma pessoa viva.
Antonio Donato
Jilmar Tatto
Além dos perfis oficiais dos deputados, as sanções também alcançaram anúncios patrocinados por páginas que se autodenominam independentes nas redes sociais.
Os Argumentos Jurídicos
Os magistrados do TRE-SP identificaram três principais irregularidades que justificaram a remoção do conteúdo:
Propaganda eleitoral antecipada: Configuração de campanha antes do período legal permitido.
Impulsionamento de conteúdo negativo: Uso de ferramentas pagas das plataformas para espalhar críticas e ataques, o que é vedado pela legislação eleitoral.
Divulgação de informações falsas: Presença de elementos considerados mentirosos ou manipulados (incluindo o uso de IA).
O Outro Lado
Em resposta, os parlamentares afetados criticaram a judicialização do debate. Defensores dos deputados alegam que as ações do Republicanos refletem "desespero" e uma tentativa de barrar a crítica política e a fiscalização do Executivo — uma das funções primordiais da atividade parlamentar. Por se tratar de decisões liminares, ainda cabem recursos, e a oposição manifestou confiança de que a Justiça reverterá as penalidades no julgamento do mérito.
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